A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) congratulou-se “com a deliberação do Tribunal Constitucional, que declara inconstitucional a lei da Assembleia da República que aprova a eutanásia e o suicídio assistido”, que tinha sido remetida pelo Presidente da República para fiscalização preventiva. Numa breve nota, assinada pelo secretário e porta-voz da CEP, padre Manuel Barbosa, é referido que o organismo “reafirma a posição assumida pela Igreja em todo este processo, defendendo sempre que a vida humana é inviolável”. “Qualquer legalização da eutanásia e do suicídio assistido é sempre contrária à afirmação da dignidade da pessoa humana e à Constituição da República Portuguesa”, garante o texto.
Também a Associação dos Juristas Católicos e a Associação dos Médicos Católicos Portugueses se congratularam com a deliberação do Tribunal Constitucional, conhecida a 15 de março. “Não vislumbramos como uma qualquer outra formulação de uma lei de legalização da eutanásia e do suicídio assistido possa satisfazer as exigências de certeza jurídica decorrentes dos princípios da legalidade e da tipicidade criminais”, apontam.
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