A Associação dos Juristas Católicos (AJC) considera que, “depois da experiência que vivemos há vários meses devido à pandemia do coronavírus”, a iniciativa de legalização da eutanásia “ainda se mostra mais censurável” e “encerra uma profunda contradição com estas lições que podemos colher desta pandemia”. “Na verdade, essa experiência veio recordar-nos, precisamente, o valor supremo da vida humana em todas as suas fases e da missão dos profissionais de saúde”, assinala um comunicado. Segundo a AJC, “para proteger vidas humanas, aceitámos a privação de liberdades fundamentais, a paralisação do país e danos económicos e sociais incalculáveis”. “Só um objetivo tão válido como esse poderia levar-nos a tal e só ele dá sentido a tantos sacrifícios”, frisa a associação, sublinhando que “as vidas a preservar eram, e são, sobretudo, as de pessoas na última fase da sua existência e particularmente vulneráveis, que nem por isso são menos merecedoras de proteção”, acrescenta.
A AJC lembra que, “a avançar esta iniciativa, o recurso ao referendo nesta questão corresponderia ao mínimo de verdade democrática”.
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