O Cardeal-Patriarca de Lisboa deu o exemplo de Santo António, que “também foi náufrago”, para apelar a um país que acolha e integre os imigrantes. D. Manuel Clemente presidiu à Missa e procissão em honra do padroeiro.
No passado dia 13 de junho, após a procissão pelas ruas de Alfama, o Cardeal-Patriarca afirmou que Portugal tem de ser uma “Pátria de acolhimento e de integração”. Na alocução final, junto à Sé, D. Manuel Clemente lembrou que Santo António “também foi náufrago”, quando saiu do Norte de África para Portugal e o mar levou-o até Itália, onde “foi acolhido”. “Isto é um sinal do que havemos de ser como Pátria de acolhimento e integração de tantos povos que aqui chegam e daqueles que, com Santo António formam a cidade de Lisboa”, lembrou, apelando a Lisboa para ser uma cidade “de acolhimento, de fraternidade e de paz”. Para o Cardeal-Patriarca, Santo António é “um símbolo” da nacionalidade portuguesa e um “estímulo” do que Portugal deve ser no mundo.
A celebração em honra de Santo António decorreu na igreja edificada no local onde nasceu o santo padroeiro, na colina da Sé de Lisboa. Participaram na festa em honra de Santo António milhares de pessoas que levaram para suas casas o ‘Pão de Santo António’, distribuído a cerca de 80 mil pessoas.
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