A Igreja considera que “as comunidades paroquiais e associações de emigrantes continuam a ser os elos de ligação e de confiança” e por isso quer “agilizar as instâncias de comunicação no terreno” para ajudar os emigrantes portugueses espalhados pela Europa.
Segundo as conclusões de um Encontro de Reflexão sobre Emigração Portuguesa na Europa, realizado no Seminário de Nossa Senhora de Fátima, um Lisboa, nos dias 18 e 19 de Abril, as comunidades paroquiais e associações de emigrantes são “quem melhor conhece as dificuldades vividas pelos emigrantes”. Neste sentido, e sabendo-se que “muitos dos casos mais dramáticos estão envolvidos em silêncio”, o desafio “é conhecê-los e ajudá-los”.
Neste encontro promovido pela Obra Católica Portuguesa das Migrações e a Cáritas Portuguesa foi ainda sublinhada a necessidade de “criar formas de partilha de bens entre as comunidades” e “melhorar a estrutura das Missões Católicas nomeadamente pela integração nas equipas de Assistentes Sociais”.
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