(Catequese dirigida aos obreiros da solidariedade e da caridade)
Sempre, mas de um modo particular no momento que estamos a viver a solidariedade, que para os cristãos deve ter expressão da caridade, não é apenas exigência da fé, é, antes, uma expressão própria da fé. O cristão acredita, amando. A caridade é a luz que mitiga a obscuridade que, frequentemente, atinge a fé. A generosidade do dom está ligada às mais belas alegrias da fé. Experimenta-se que, afinal, Deus se torna muito presente no amor do próximo. E o meu próximo é o meu vizinho, aquele com quem me cruzo e cujo sofrimento me comove o coração. E ver com o coração, situar a relação com aquela pessoa ao nível do amor e ter a alegria de perceber que Deus se sente amado quando amo o meu próximo. Em momentos particularmente difíceis os cristãos não se devem limitar a exercer acção social, mas a fazer da partilha um dom de amor e a expressar a sua fé na beleza da caridade. Para esta Catequese convocam-se especialmente aqueles e aquelas que estão integrados em estruturas de caridade organizada, como Centros Paroquias, Conferências de São Vicente de Paulo, Misericórdias, etc. D. José Policarpo _______________
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