A Fundação AIS tem vindo a alertar o mundo para a situação delicada que os cristãos coptas atravessam no Egipto. Por lá, os nossos irmãos vivem histórias dramáticas de medo, de violência e, infelizmente, até de morte. Agora, é chegado o momento de mostrarmos que estamos presentes, que a nossa solidariedade não é vã, não é feita apenas de palavras amigas.
Lembra-se deste texto? “São apenas 10 % da população. Só querem viver a sua fé em paz, mas os dias têm sido de medo, de violência, de sangue e morte. Os radicais islâmicos parecem apostados em perseguir os cristãos coptas. Eles pedem ajuda. Será que vamos fingir que não sabemos de nada?” Lembra-se? Foi publicado aqui, neste jornal, há bem poucos dias.
A opressão continua
Desde então, até ao preciso instante em que lê estas linhas, nada mudou no Egipto. Ou seja: o medo, a opressão e a perseguição continuam. E o medo, a violência, podem deixar cicatrizes para toda a vida. Do Egipto temos vindo a receber apelos de ajuda. Os cristãos, porque são uma minoria, precisam de auxílio para continuarem o seu trabalho apostólico em favor dos mais necessitados. Eles precisam de apoio para manterem as escolas a funcionar, para reerguerem igrejas, para manterem abertas as portas dos seminários. Sem isso, os cristãos passarão a ser, provavelmente, uma minoria ainda mais exposta, e, assim, ainda mais frágil.
Benfeitores da Fundação AIS
Todos os que desejarem auxiliar a Fundação AIS serão benfeitores desta grande causa de apoio ao Egipto. Há vários projectos em curso que poderão ter a marca única dos cristãos portugueses que, assim, podem mostrar a sua solidariedade activa. Ajudar não custa e uma pequena contribuição pode fazer um verdadeiro milagre. A Fundação AIS tem em curso vários projectos importantes para os quais se pede uma atenção muito especial.: 1) Renovação da Igreja Dom Bosco, em Alexandria; 2) Formação de padres coptas, em Guiseh; 3) Reconstrução da Igreja de Santa Maria, em Ain Shams.
Apelos de ajuda
Lembra-se também deste texto? “Desde Setembro do ano passado que têm ocorrido incidentes graves, com dezenas de mortos e feridos entre a comundidade cristã copta. O Bispo Aziz Mina, da Diocese de Guizeh lançou um apelo, através da Fundação AIS, para que o mundo se mobilize a favor das minorias no Egipto. Não fazer nada é colaborar na tragédia. ‘Façam alguma coisa antes que seja tarde de mais’, pede o prelado. Todos temos o dever de agir.” Lembra-se? Foi publicado aqui, neste jornal, há bem poucos dias também. Agora é chegado o momento de respondermos positivamente a este apelo.
Fazer a diferença
Reconstruir templos ou ajudar na formação de seminaristas e de padres pode parecer algo banal entre nós, onde quase todos os dias somos chamados a colaborar de alguma forma com algum projecto relacionado com a Igreja. Ajudar os cristãos do Egipto, neste momento, é mais do que oferecer-lhes a oportunidade de restaurarem as suas igrejas ou de assegurarem que os seminários continuam de portas abertas: ajudá-los, agora que atravessam tempos tão difíceis, é dar-lhes um sinal claro de que não estão sós, que não os abandonámos. E os benfeitores da Fundação AIS sempre souberem fazer a diferença.
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Não fique indiferente! Colabore!
Telefone para 21 754 40 00 (de segunda à sexta-feira, das 09h00 às 18h00)
Visite a página www.fundacao-ais.pt
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