Lisboa |
Patriarca nomeou 274 novos Ministros Extraordinários da Comunhão
Levar aos outros “aquele Jesus que por nós se fez tudo”
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O Patriarca de Lisboa nomeou 274 Ministros Extraordinários da Comunhão para a diocese, na tarde deste Domingo IV da Quaresma, dia 30 de março. Durante a celebração na Sé, D. Rui Valério pediu a estes leigos para levaram aos outros “aquele Jesus que por nós se fez tudo”.

“Caras irmãs e caros irmãos que abraçais, hoje, esta missão tão importante e tão maravilhosa de Ministro Extraordinário da Comunhão: que levas tu quando te dirigires a um lar, quando te dirigires a uma casa, quando te diriges, com o sagrado Corpo de Jesus, que levas tu se não aquele Jesus que por nós se fez tudo, que por nós se fez alimento? Aquele Cristo que se fez pão para ser partido e repartido para nosso alimento? E a parábola [do Filho Pródigo, escutada no Evangelho da celebração] falava-te de Cristo, de que vai até o fim, de que não se poupa, de que não está em função de si próprio, mas sempre em função dos outros, em função do amor e da redenção dos outros”, referiu o Patriarca, que presidiu à Eucaristia com o rito de nomeação dos novos Ministros Extraordinários da Comunhão para a Diocese de Lisboa.

São 274 os fiéis, pertencentes a 81 paróquias e capelanias de todo o Patriarcado, que receberam este ministério, após as sessões de formação que decorreram em três locais distintos: Paróquia de Cristo Rei da Portela, Complexo Pastoral de Massamá e Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal.

“Quando nós não aceitamos, ou não queremos, ou não temos força de viver, de penetrar no Coração do Pai, isso é um drama porque significa que em todas as dimensões da nossa vocação relacional, das nossas relações, aquilo fica tudo retalhado, aquilo é tudo difícil. Ministro Extraordinário da Comunhão: tens contigo uma nobre, elevada, maravilhosa, mas também árdua responsabilidade. Levar a comunhão, colocar alguém em comunhão com Cristo significa habilitar a pessoa, habilitar aquela ou aquele irmão para uma saudável relação com os outros, comunhão com os outros. A partir da comunhão com Cristo e de Cristo, nós ganhamos um elã, uma força, um caminho, uma estrada para maior e para mais comunhão com os outros. Por isso, meus caros e caras Ministros Extraordinários da Comunhão, aceitai ser estas pontes que, a partir da relação com o Senhor, se estabelecem na relação das famílias, nos empregos, nas escolas, se estabelecem nas relações com a própria circunstância que se vive – quem sabe, de sofrimento, de doença, de algum desespero, quem sabe. Nós estamos para servir e o nosso serviço é esse mesmo, é servir o Senhor, porque é Ele que nos carrega na sua humanidade ressuscitada”, salientou D. Rui Valério.

No IV Domingo da Quaresma, também conhecido como Domingo da Alegria (Laetare), o Patriarca destacou ainda a “alegria por Jesus”. “Quando Jesus, quando o filho pródigo regressa à casa do pai e é recebido de braços abertos, esses braços abertos estavam a acolher e estavam estendidos também a mim, a ti, a cada um de nós, para participar daquela festa da vida, daquela festa da alegria. Por isso, hoje, nós estamos neste maravilhoso Domingo da Alegria, onde realmente a alegria é por Jesus, que se fez tudo a todos para a nossa salvação”, terminou D. Rui Valério.

texto e fotos por Diogo Paiva Brandão
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