O Setor da Pastoral da Saúde do Patriarcado de Lisboa (PSPL) está a propor às comunidades cristãs a vivência localmente, no 5.º Domingo da Páscoa (dia 28 de abril), da iniciativa ‘A Páscoa dos doentes e frágeis’. A proposta tem em vista o encontro dos doentes com a comunidade.
“Já longe do Dia Mundial de Doente (11 de fevereiro) onde frequentemente acontecem os dias frios, chuvosos e curtos do inverno, é mais difícil o encontro dos doentes com a comunidade. Neste tempo de primavera Pascal (5.º Domingo da Páscoa), os dias são maiores, mais quentes e com mais tempo de luz solar, convidam a sair de casa, com menos preocupação com a saúde – é um bom tempo de reencontro dos doentes com a comunidade, para festejar a Páscoa dos doentes, em que o bom tempo nos lembra a vida do Ressuscitado”, começa por explicar uma nota do diretor do Setor da Pastoral da Saúde, padre Fernando Sampaio, enviada ao clero diocesano nesta sexta-feira, 19 de abril.
A nota salienta que o “bom tempo é mais propício para o convívio e para a alegria” e por isso, “à semelhança de outros países europeus”, a PSPL considera que “será bom valorizar o reencontro dos doentes com a comunidade – tempo de festa, de vida, porque o Senhor venceu a morte e nós estamos juntos a cuidar uns dos outros, em particular dos mais frágeis que precisam do nosso calor humano”. “Não temos ainda o costume de celebrar a Páscoa dos doentes, mas talvez seja oportuno começar neste Domingo. O ano passado começámos a chamar à atenção para a oportunidade pastoral de celebrar a Páscoa dos doentes e este ano fixamos este dia no 5.º Domingo da Páscoa, inspirados nos nossos irmãos espanhóis”, acrescenta a informação enviada.
Proposta ‘A Páscoa dos doentes e frágeis’
Na comunicação ao clero, o Setor da Pastoral da Saúde do Patriarcado de Lisboa deixa algumas pistas para a vivência localmente deste dia. “Os grupos de visitadores de doentes, da Pastoral da Saúde, Legião de Maria, Ministros da comunhão, jovens (e porque não as crianças da catequese?), familiares, amigos, comunidade em geral podem ser mobilizados para organizar, preparar o espaço, animar a celebração, preparar um lanche, ir buscar e acompanhar os doentes... fazê-lo de forma mais festiva e descontraída, com a comunidade a colaborar e a estar presente neste encontro celebrativo. O lugar onde o encontro acontece deve ser embelezado ao jeito pascal e os símbolos pascais devem estar presentes”, propõe a PSPL.
“No sábado ou no Domingo, pode ser celebrada a eucaristia ou uma celebração da Palavra. Podem ler-se as orações e leituras do 5.º Domingo ou, mais favorável, as orações e leituras do dia de Domingo de Páscoa. Também os cânticos devem ser cuidados e com instrumentos, se possível. A Unção dos doentes pode e deve ser celebrada. Segundo o ritual, segue-se à homilia e deve ser envolvida pelas orações que o ritual propõe. É uma oportunidade catequética excelente, incluso para lembrar aos doente e familiares de que, nos hospitais, podem e devem pedir o acompanhamento espiritual do capelão”, acrescenta a nota do Setor da Pastoral da Saúde do Patriarcado de Lisboa.
Informações: saude@patriarcado-lisboa.pt
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