Missão |
Padre José Maia
Fazer da vida uma Missão
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José Maia nasce em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, no dia 6 de Março de 1942 e começa por escrever-nos recordando “as excelentes memórias da sua infância no meio agrícola”. Cedo partiu para o Seminário dos Carvalhos onde iniciou os estudos na Congregação dos Missionários do Coração de Maria. “Dos Carvalhos passei para Cacém, depois para Fátima e finalmente para Roma onde conclui o Curso de Teologia em 1969”.

 

Como marcos principais do seu percurso de vida recorda a primeira profissão religiosa, a sua ordenação sacerdotal, as muitas visitas que, em missão da sua Congregação, teve de fazer a países de África onde estudavam seminaristas claretianos. A convivência com as várias culturas com que se cruzou na sua atividade missionária e pastoral constituiu um motivo de grande enriquecimento.

 

Construir o Reino

“Marcaram-me países como Angola, S. Tomé e Príncipe, Zaire, Camarões onde me desloquei frequentemente por motivos de missão. Também me senti interpelado e enriquecido por várias viagens em trabalho pastoral ao Brasil, país que é um símbolo da multiculturalidade e da convivência na pluralidade de raças e culturas. A missão é uma resposta permanente e atualizada ao compromisso que assumi no batismo, que renovei mais tarde, na profissão de fé, na profissão religiosa e na ordenação sacerdotal e que muitas vezes renovo quando, ao rezar o Pai-Nosso, digo: venha a nós o Vosso Reino, sabendo que a missão é a construção desse Reino”, aponta.

 

Anunciar a Boa Nova

Presidindo o Conselho de Administração da FEC - Fundação Fé e Cooperação, o Pe. José Maia destaca como uma experiência marcante o trabalho daquela ONGD católica, onde afirma ter testemunhado o trabalho generoso e qualificado de muitos jovens que, de uma forma ou de outra, alguns em Portugal e outros na Guiné-Bissau, Angola e Moçambique se dedicam à causa da Cooperação como forma de anúncio da Boa Nova do Reino.

Outra experiência marcante foi também os Encontros dos Bispos das Igrejas Lusófonas que ajudou a operacionalizar e que, de forma rotativa, têm acontecido anualmente, em todos os países de língua portuguesa e junta na mesma mesa os Bispos para reflectir sobre questões relacionadas à Pastoral.

Por último, mas não em último, o Pe. José Maia transmite-nos que a Deus dá “graças pela Vida, pela Família que me deu, por me ter chamado ao sacerdócio e à vida consagrada para fazer da vida uma MISSÃO”.

texto por Vanessa Furtado, FEC – Fundação Fé e Cooperação
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