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Caldas-Peniche, Lisboa II e Cascais
Jornadas Vicariais reúnem jovens por toda a Diocese!
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A caminho da Jornada Diocesana da Juventude, a 21 de Abril, várias foram as vigararias que viveram uma jornada com os jovens das suas paróquias. Em alguns casos isso aconteceu pela primeira vez, noutros já constitui uma tradição. Oração, partilha, encontro com o Cardeal-Patriarca e com os Bispos Auxiliares, missão de rua e até festivais da canção, várias foram as actividades que juntaram inúmeros jovens. Deixamos aqui a partilha de três destes encontros.

 

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Vigararia de Caldas-Peniche: Caldas Alive

Nos dias 2 e 3 de Março, realizou-se nas Caldas da Rainha a Jornada Vicarial da Juventude da Vigararia Caldas-Peniche, chamada Caldas Alive. Este evento vicarial vem no seguimento dos frutos deixados pela Jornada Mundial da Juventude de Madrid em 2011 e pelo evento JVJ Óbidos Alive 2012.

O tema deste ano foi “Atravessa a porta” e começou com uma peregrinação de cada uma das paróquias da vigariaria à Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, contando com a presença e ajuda dos seminaristas e Pe Filipe Santos do Seminário de Caparide. Depois de reunidas as paróquias, realizámos um festival onde os diversos grupos apresentaram músicas, danças, teatros e mímicas, relacionados com o tema da fé. A noite do dia 2 foi marcada por um tempo de vigília (com exposição do Santíssimo e confissões) em que atravessámos todos a “porta da fé”, deixando a “nossa luz” para seguir a luz de Cristo. O culminar da Jornada foi o encontro na manhã do dia 3 com D. Nuno Brás, no qual foram partilhados os desafios da juventude e de como os jovens podem testemunhar a fé no mundo actual. Durante a tarde, os jovens realizaram uma missão de rua, um “flashmob”, e participaram na celebração de encerramento da Visita Pastoral.

 

Testemunho da Carolina Sales (Peniche)

A Jornada Vicarial da Juventude Caldas Alive foram dois dias fantásticos, em que pudemos ser testemunho vivo da alegria do que é ser cristão. Por onde passávamos, íamos deixando a nossa marca, nas pessoas, que se interrogavam: “Quem somos nós? De onde vimos?”, ao que respondíamos “Somos cristãos, caminhamos na fé: Firmes na fé, na esperança e no amor!”. A presença de Cristo, premiava de modo abundante o sacrifício feito ao longo da caminhada e também nos confortava, quando a resposta não era a que esperávamos.

O espírito de comunhão foi essencial nesta nossa caminhada, sentindo que nós jovens somos Igreja, que a Igreja tem resposta para as nossas perguntas, que Ele preenche o vazio que tantas vezes há em nós. Este espírito fez-se presente também através de D. Nuno Brás, que nos acompanhou na nossa caminhada.

Depois de termos sentido esta presença de cristo VIVO nas nossas vidas, sabemos que “o facto de sermos membros desta igreja é bom para o mundo, e a igreja só cresce e se afirma se aprofundar a fé” como nos disse o Senhor Cardeal-Patriarca na mensagem que nos dirigiu na Eucaristia de encerramento da Visita Pastoral.

 

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Vigararia de Lisboa II: a primeira Jornada Vicarial da Juventude

No dia 10 de Março, a Vigararia Lisboa II juntou os jovens das suas paróquias, na realização da primeira jornada vicarial da juventude. A parte da manhã foi feita com oração e a escutar a intervenção e testemunho do Pe. Carlos e da Irmã Fátima, acerca do tema do dia “Ide e fazei discípulos de todas as nações” (Mt 28,19). Além dos trabalhos de grupos, houve à tarde um encontro com D. Joaquim Mendes e também uma acção de evangelização de rua. Esta primeira jornada terminou com a Missa presidida pelo mesmo Bispo Auxiliar que acompanhou de forma próxima este encontro.

 

Testemunho de Sara (Olivais Sul) e Joana (Santo Eugénio)

Apesar do cansaço sentido no fim de dia, não podíamos deixar de dar o testemunho do que foi a 1ª Jornada Vicarial da Vigararia Lisboa II.

Nos tempos actuais, em que estamos todos um bocadinho cansados de publicidades que enganam, promessas que não são cumpridas, duvidamos já de quem nos anuncia e promete coisas. Pois é, mas a nossa missão enquanto cristãos tem de ser mais firme, tem de nos enviar e de chegar ao outro.

Foi bom testemunhar e partilhar com outros o Amor que Jesus nos dá. Fazer esta caminhada em grupo ajudou-nos a perceber que não estamos sós e, dessa forma, temos mais força. A mensagem que levamos é de Verdade e felicidade. O mais difícil é levar agora toda a alegria e disponibilidade que tivemos durante este dia para o concreto da nossa vida, para o nosso trabalho e para nossa casa.

Fomos e continuamos a ser testemunhas de uma igreja viva, jovem e disponível!

 

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Vigararia de Cascais – jornada e festival

Com o mote dado pelo Serviço da Juventude para a caminhada diocesana deste ano - "Ide e fazei discípulos de todas nações", realizou-se no sábado dia 2 de Março, a Jornada da Juventude de Cascais, que incluiu no seu programa o Festival Vicarial da Canção.
Foi um dia cheio. Muitos preparativos, muitos momentos e, sobretudo, muita vontade de seguir Jesus. A isso nos ajudaram os testemunhos do António Oom Costa e da Ana Rita Libório que, no primeiro momento da Jornada, partilharam connosco a forma como vão respondendo à pergunta: "É possível ser santo no séc. XXI?".

Foram testemunhos que interpelaram e fizeram perceber aos jovens presentes que ser santo não é para pessoas com superpoderes, nem para malta "estranha" que não se diverte. Ali estavam dois jovens que, não se propondo como exemplos de um caminho acabado, mostraram o desejo que têm de viver a santidade e como, nas pequenas coisas, o vão realizando. Seguiu-se um momento de trabalhos de grupo, de partilha e de oração e a tarde culminou na celebração da Eucaristia.

Com a noite chegou a hora do Festival da Canção, muito esperado pelos participantes e pelo público que se deslocou ao Auditório da Boa Nova.

Foi um belo momento de encontro com Jesus! Oito canções, interpretadas por cerca de 50 jovens da nossa Vigararia.

São Domingos de Rana, com a canção "Eu Vou!", será a Paróquia que representará a Vigararia de Cascais no Festival Diocesano, em Setembro.

Acabou em festa este dia, sem vencedores nem vencidos, porque Jesus esteve no meio de nós e, nessa certeza, todos ganhámos.

 

texto por Pe. Hugo Gonçalves (Juventude - Vigararia de Cascais)

 

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“Este é o meu Filho predilecto, escutai-o” (Lc. 9, 28-36).

 

Partindo do relato da Transfiguração de Jesus, realizou-se de 22 a 24 de Fevereiro o Retiro de Quaresma do Serviço da Juventude de Lisboa, orientado pelo Padre Filipe Santos. Fomos convidados a pensar sobre o sentido que este retiro fazia na nossa vida. Tal como Pedro, João e Tiago tinham sido chamados por Jesus a subir com Ele ao monte para orar, também nós tínhamos sido interpelados a estar com Ele.

Para deixarmos que isto aconteça é necessário aprender a escutá-Lo; é isso que a voz vinda da nuvem diz – “escutai-O”. Assim como nas relações quotidianas é necessário escutar verdadeiramente os outros para os podermos conhecer melhor, na relação com Deus não é diferente. Esta é a escuta de uma de uma pessoa concreta, de Deus que se fez Homem no Seu Filho Jesus Cristo.

Conhecer Jesus é vê-Lo na dimensão de Filho, de Crucificado e de Ressuscitado.

Ver Jesus como Filho dá-nos um modelo daquela que deve ser a nossa relação com Deus Pai e lembra-nos também que Ele é o “seu único Filho”, sendo pela Graça que todos somos filhos adotivos e irmãos. Antes de qualquer outra vocação somos chamados a viver a vocação de filhos.

Ao vermos Jesus como o Crucificado se dissermos “Ele morreu por mim”, em vez de “morreu por nós”, tomaremos verdadeira consciência do amor infinito que Deus tem por cada um; somos chamados a não fugir mas a abraçar a nossa cruz, vendo-a como um caminho de glória e aproximação de Deus; remédio para o nosso pecado.

Ver Jesus como o Ressuscitado impele-nos a ressuscitar com Ele todos os dias, de morte em morte para o nosso pecado até à ressurreição eterna.

Conhecendo assim Jesus só podemos querer tê-Lo como programa e meta de vida, peregrinando com Ele na Fé. Vendo como Deus nos ama, só podemos responder com amor e levá-Lo aos outros.

 

texto por Andreia Vaz

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