O Bispo emérito Auxiliar de Lisboa celebrou, na manhã desta sexta-feira, dia 3 de janeiro, a Solenidade da Epifania do Senhor com os reclusos do Estabelecimento Prisional de Alcoentre, convidando-os a “abrir o coração” a Deus neste Ano Jubilar.
“Caríssimos Irmãos, na noite de Natal o Papa Francisco abriu a porta do Jubileu na Basílica de São Pedro, no Vaticano. E, no dia 26, abriu a porta do Jubileu no estabelecimento prisional de Rebibia, em Roma, e disse aos reclusos que o mais importante significado da abertura da porta é que a abertura da porta, significa a abertura do coração. A graça do Jubileu é abrir o coração, superar limites, ultrapassar barreiras, embarcar numa viagem para um novo encontro ou reencontro com Deus, fim e meta da nossa existência, fonte de alegria e de esperança”, salientou D. Joaquim Mendes, na homilia. Acompanhado do capelão deste estabelecimento prisional, Padre António Ramires, e de voluntários pertencentes ao Movimento dos Cursos de Cristandade, o prelado reforçou que “o Ano Jubilar é uma ocasião para ousarmos superar os próprios limites, para ir mais além, dar o passo para perdoar, reconstruir comunhão e a fraternidade com todos”. “O Ano Jubilar é um tempo para descongelar os corações, frios, duros, violentos, insensíveis que causam sofrimento e desolação, e não ajudam a viver. Que este Ano Jubilar seja para cada um de vós um tempo para acolher o amor e a misericórdia de Deus, para um renascimento espiritual, para uma vida nova, para uma renovada esperança, que preencha os vossos dias longos e vazios e vos faça sonhar com a liberdade. Que a estrela que guiou os Magos vos guie para um renovado encontro com Jesus que transforme as vossas vidas e vos conduza por outro caminho, o caminho de Jesus”, desejou o Bispo emérito Auxiliar de Lisboa. D. Joaquim Mendes foi recebido pelo diretor do Estabelecimento Prisional de Alcoentre, bem como pelos responsáveis dos Guardas Prisionais (um do edifício antigo, outro do edifício mais recente).![]() |
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