Bendito seja Deus por, mais uma vez, ter revelado o quanto ama o Patriarcado de Lisboa. Obrigado, Senhor, por nos dares um novo Bispo Auxiliar, D. Rui Gouveia, pelo qual o Patriarcado de Lisboa rende graças ao Alto, por esta dádiva no momento tão singular da vida e da história da Igreja. Por um lado, ressoa ainda nos nossos corações o grande clamor da sinodalidade, do caminhar juntos. E D. Rui Gouveia vem para estar connosco, a trilhar caminhos de santidade e de serviço aos irmãos. Mas também recordamos que o Jubileu é sobre a esperança. O Papa Francisco tem insistido sobre os sinais da esperança e não haja dúvida de que o novo Pastor, o novo Bispo Auxiliar para Lisboa, é um desses maravilhosos sinais porque vem para servir, vem para conduzir – juntamente com o Patriarca e os outros Bispos Auxiliares e o demais presbitério e todo o povo de Deus – a Igreja de Lisboa a patamares e a horizontes de vida, de santidade, de esperança e de amor.
A D. Rui Gouveia, uma palavra em nome de todo o Patriarcado, para lhe dar as boas-vindas e para lhe comunicar o quanto é grande o júbilo que vai no nosso coração. Um júbilo que se transforma em sorriso, um júbilo que se transforma em testemunho daquela vida nova que Cristo ressuscitado nos ofereceu. Neste momento o nosso coração sintoniza, até pela proximidade com o mistério da Imaculada Conceição, com a Virgem Santíssima. Ela que é nossa Mãe, Ela que é a Virgem e a Senhora da Esperança.
Transcrição da saudação em vídeo
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