Lisboa |
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz
“Oremos, com Maria, pelos povos que estão em Guerra”
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O Patriarca de Lisboa rezou pela Paz mundial, garantindo que “é possível a fraternidade e a reconciliação” e que “a concórdia entre os homens, não é vã utopia”.

“Tal como, pela maternidade divina de Nossa Senhora, foi concebida uma Pessoa em duas naturezas, assim é possível a fraternidade e a reconciliação de todos com todos, todos, todos. A Paz, a concórdia entre os homens, não é vã utopia, mas tornou-se realidade em Cristo. Que não se tenha medo de acreditar na Paz, quando se acredita em Jesus Cristo. De facto, o Papa São Paulo VI instituiu este dia, consagrado à Mãe de Deus, para que fosse também o Dia Mundial da Paz: precisamente como testemunho que, com Maria, por Cristo, no Espírito é possível que os projetos, os sonhos e os desejos de Paz se realizem. Oremos, com Maria, pelos povos que estão em Guerra, na Ucrânia, no Médio Oriente, no Mali, na República Centro Africana. Mas invoquemos a paz também nas famílias, nos corações de todos os homens, mulheres, crianças, adolescentes, jovens e idosos. A Paz entre culturas, entre religiões, entre partidos e até instituições”, salientou D. Rui Valério, na homilia da Missa na Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz, a 1 de janeiro.

Na manhã do primeiro dia do novo ano, na Igreja de Cristo-Rei da Portela, e na presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o Patriarca de Lisboa reforçou que “o grito das vítimas, aos senhores da guerra, só já pede uma coisa: PAREM!”. “Deixem de servir a morte. Não sejam fazedores de sofrimento. Pedimos que se suavize, ou melhor que cesse mesmo, o clima e ambiente de crispação que, nos últimos tempos, tem caraterizado a abordagem a Instituições, algumas delas fundamentais à vida do País; que não se violente a memória histórica, nem se agrida a esperança com a falta de razões - sociais, económicas, existenciais - para esperar”, frisou.

Na celebração, que foi transmitida em direto pela TVI, D. Rui Valério terminou a homilia com a evocação da sétima Bem-Aventurança «Felizes os construtores de paz, porque serão chamados filhos de Deus.» (Mt 5, 9). “A paz, se emerge da novidade de vida que Cristo inaugurou, e é expressão da nova humanidade, também é a obra de excelência dos filhos de Deus. Esses não conhecem outro caminho para estar no mundo, outro modo de comunicar com os outros, que não seja a Paz”, observou.

texto e fotos por Diogo Paiva Brandão
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