Lisboa |
Missa pelos clérigos defuntos
“Nossos intercessores”
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O Patriarca de Lisboa presidiu à Missa por todos os Patriarcas, Bispos, Padres e Diáconos defuntos, sublinhando que “tudo é para a glória de Deus e para o serviço aos irmãos”. “Nesta nova e definitiva condição em que os nossos irmãos se encontram, até nessa condição de falecidos, a sua morte está ao serviço da Igreja. É por ela, e em particular por esta Igreja de Lisboa, que eles continuam a ser nossos intercessores e mediadores”, sublinhou D. Rui Valério, na celebração de 6 de novembro, na Igreja de São Vicente de Fora, que teve a participação do coro da Capella de S. Vicente. Na Missa promovida pela Irmandade de São Pedro do Clero do Patriarcado, foi feita “memória” de quem “partiu para o Pai” no “último ano”: “D. Daniel Batalha Henriques, padre Francisco de Jesus Graça, padre Manuel Aníbal Mota de Sousa, padre António Maria Fialho da Silva, padre Manuel Alves Lourenço, padre Bernardo Xavier Félix e o diácono Fernando Gonçalves das Neves”.


Missa por todos os Patriarcas, Bispos, Padres e Diáconos defuntos

 

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Memória, silêncio e esperança

Na Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, a 2 de novembro, o Patriarca de Lisboa presidiu à Eucaristia pelos anteriores Patriarcas, lembrando que “a vida é de facto uma caminhada” e que “morrer é uma passagem”. “O dia de hoje solicita-nos a desenvolver e cultivar uma tríplice atitude: em primeiro lugar, é um dia de memória”, salientou D. Rui Valério, na homilia da Missa no Panteão dos Patriarcas, no Mosteiro de São Vicente de Fora. “Em Cristo, recordamos os que nos precederam na fé e no serviço a uma Igreja concreta, a Igreja de Lisboa”, acrescentou, lembrando que é também “um dia de silêncio” e de “esperança”. “É um dia em que reafirmamos a fé em Deus que me ama sempre, em Deus que é amor”, terminou.


Fiéis Defuntos: Patriarca preside a Missa pelos antecessores

 

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