JMJ Lisboa 2023 |
De comboio
Os Símbolos chegaram a Aveiro... e de comboio
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Os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) viajaram, pela primeira vez, em Portugal, de comboio e chegaram, no dia 3 de março, à Diocese de Aveiro, após um mês em Braga. A Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani passarão pelos nove Arciprestados e pelas 101 Paróquias da região.

Os Símbolos da JMJ começaram a semana no coração da cidade de Braga. Na segunda-feira, dia 27 de fevereiro, os Símbolos saíram da Basílica dos Congregados, onde pernoitaram, dirigindo-se para o centro de Braga, tendo sido acolhidos com muita animação pela Comunidade Católica Shalom. Ao longo do dia, estiveram presentes alunos de diversas escolas católicas que também cantaram e oraram junto dos Símbolos.

Ao final da tarde, a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani foram levados pelos seminaristas para a igreja de S. Paulo, do Seminário Maior, acompanhados também por jovens, pelos responsáveis do Seminário de S. Pedro e S. Paulo e pelos coordenadores diocesanos e arciprestal. Na chegada, o Cónego Hermenegildo Faria presidiu à celebração, seguindo-se uma noite de oração.

Já no dia 28 de fevereiro, os Símbolos da JMJ foram recebidos em clima de união e alegria nas três instituições de Ensino Superior situadas no distrito de Braga: a Universidade do Minho (UMinho), a Universidade Católica Portuguesa (UCP) e o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA). Na UCP foi possível ouvir testemunhos de quem participou na JMJ Madrid 2011 e na JMJ Cracóvia 2016. Já na UMinho, os Símbolos chegaram em procissão, sendo acolhidos pela Tuna Universitária do Minho. Posteriormente, o IPCA recebeu os Símbolos da JMJ também com a atuação da tuna académica

No final do dia, foram encaminhados para o Centro Pastoral Universitário de Braga que proporcionou um encontro entre professores, trabalhadores e jovens estudantes destas três instituições de ensino superior, onde foi celebrada uma Eucaristia presidida pelo Arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, terminado com um convívio animado pelas tunas destas universidades.

O dia 1 de março, ficou marcado pela visita dos Símbolos da JMJ ao “Projeto Homem”, onde foram realizadas diversas dinâmicas com os utentes, e ao Carmelo da Imaculada Conceição. À noite houve ainda uma procissão no Mosteiro de Tibães.

A passagem da Cruz peregrina e do Ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani não deixou nenhum bracarense indiferente. André Pereira, jovem de Braga, destacou “o carisma das pessoas, que queriam estar cada vez mais próximos, a tocar nos Símbolos”.

O dia 2 de março, quinta-feira, começou com a visita ao Hospital de Braga, ficando os Símbolos da JMJ em exposição serem transportados para a Capela do Hospital, onde foi celebrada uma Missa em honra da passagem dos Símbolos da JMJ por Braga, com transmissão para todos os doentes internados no Hospital. Logo após esta celebração, permaneceram em exposição no Braga Parque.

Na sexta-feira, dia 3 de março, a Arquidiocese de Braga despediu-se da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, tendo os Símbolos chegado de comboio à Diocese de Aveiro, onde permanecerão durante um mês. Esta peregrinação foi “uma experiência inesquecível”, relatou o jovem bracarense Diogo Martins, que culminou “num momento de encontro entre as duas Dioceses”, em preparação para a JMJ Lisboa 2023.

À chegada a Aveiro, os Símbolos da JMJ foram recebidos numa Peregrinação desde o Largo da estação de comboios até à Sé Catedral de Aveiro, tendo sido acompanhados pelo bispo de Aveiro, D. António Moiteiro, o Arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, o seu auxiliar, D. Nuno Almeida e D. Américo Aguiar, presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, assim como do arcebispo emérito de Braga, D. Jorge Ortiga.

Sara Jesus, jovem que acompanhou os Símbolos na sua viagem, espera que a Peregrinação dos Símbolos “junte muitos jovens e que possamos todos partilhar um pouco desta alegria”. Já Rosa Lopes, coordenadora do Comité Organizador Paroquial (COP) de Canelas Fermelã, refere que os Símbolos da JMJ “são o entusiasmo de muitos jovens” e que “são eles que nos carregam, apesar de pensarmos que nós é que os carregamos”.

Fotos: COD Aveiro
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