JMJ Lisboa 2023 |
Cruz e ícone mariano
Os símbolos deixaram Viana e abraçaram Braga
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De Ponte da Barca a Ponte de Lima, ninguém ficou indiferente à alegria e à mensagem que o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani e a Cruz Peregrina levam por onde passam. Na semana que passou, os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) terminaram a sua peregrinação pela Diocese de Viana do Castelo, tendo sido entregues aos jovens de Braga no dia 29 de janeiro.

A última semana da peregrinação dos Símbolos da JMJ por Viana do Castelo foi intensa e rica em atividades com a passagem dos Símbolos pelas várias paróquias, escolas, lares, seminário, forças de segurança, instituições e diversas associações dos três Arciprestados. A Celebração Arciprestal na Igreja Matriz de Ponte da Barca, com a presença do Bispo Diocesano, D. João Lavrador, as noites de Vigília de Oração nas diferentes paróquias e a presença dos Símbolos no Arraial da Juventude, no dia 21 de janeiro, na Quinta de Santoinho (Ponte da Barca), foram alguns dos momentos mais marcantes da peregrinação dos Símbolos da JMJ pela Diocese de Viana do Castelo.

O entusiasmo, a alegria e a boa disposição de quem recebe os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude também não faltaram nos Arciprestados de Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo por estes dias.

No dia 29 de janeiro, Braga recebeu os Símbolos da JMJ, na Ponte da Amizade, uma ponte sobre o rio Neiva, que liga a Arquidiocese de Braga à Diocese de Viana do Castelo. “Este é um momento único e irrepetível. Por isso, estamos a dar tudo para que a passagem dos símbolos deixe a Igreja mais jovem, mais bela, mais alegre e mais leve”, disse D. José Cordeiro, arcebispo de Braga, citado pelo ‘Diário do Minho’.

O responsável falou num “momento há muito esperado”, manifestando a sua gratidão à Diocese de Viana e “profunda gratidão pelo testemunho dos jovens”.

“Queremos acompanhar-vos nesta peregrinação. O fim é levar o Evangelho e a palavra de Jesus a todos, especialmente aos jovens, e trazer todos a Jesus”, acrescentou, na igreja de Antas, Esposende.

Antes, em declarações à Agência ECCLESIA, o arcebispo primaz falou da cruz como “sinal de vida viva”, citando Bernardo de Vasconcelos, um dos patronos da JMJ.

O arcebispo de Braga defendeu que a peregrinação dos símbolos da JMJ, que chegaram à arquidiocese este domingo, vai ser a “oportunidade de festa e peregrinação de fé”, dentro e fora da Igreja. “Vejo esta peregrinação com muita esperança e muito realismo, sobretudo a enorme vontade de caminhar com os jovens e fazer caminho juntos para que a nossa vida seja cada vez configurada com Jesus Cristo e a presença da cruz e do ícone seja oportunidade de festa e peregrinação de fé”, disse o arcebispo de Braga.

Também para o Comité Organizador Diocesano de Braga, a passagem do ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani e da Cruz Peregrina é uma “oportunidade de evangelização, do anúncio da Boa Nova”. Para este mês, o grande objetivo é “ir ao encontro dos jovens no seu quotidiano, sobretudo daqueles que se sentem mais afastado, ou menos ou nada identificados com a realidade eclesial”, revelaram.

Os símbolos da JMJ vão estar na Arquidiocese de Braga de 29 de janeiro a 3 de março, e vão percorrer os 14 Arciprestados, desde Esposende a Braga, até serem depois entregues à Diocese de Aveiro, no dia 3 março.

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