JMJ Lisboa 2023 |
Carlos Moedas conheceu espaços
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa na sede da JMJ
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O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carlos Moedas, visitou no dia 10 de outubro a sede do Comité Organizador Local (COL) da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023, o espaço onde várias equipas estão a trabalhar, em simultâneo, na organização do evento.

Na saudação ao presidente da autarquia, D. Américo Aguiar, presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, destacou a colaboração “desde a primeira hora” da CML para com a Jornada, “naquilo que são os muitos desafios que envolvem o território de Lisboa”. Já Carlos Moedas, acompanhado pelo vice-presidente, Filipe Anacoreta Correia, pela vereadora Laurinda Alves, e mais alguns elementos da CML, destacou o evento como “um dos pontos mais importantes do mandato” e referiu que “é um privilégio vivermos isto juntos”.

Neste sentido, o autarca realçou que “se há momento transformador para a cidade de Lisboa, é este”, já que, como realçou D. Américo Aguiar, “vamos ter a cidade invadida por jovens de outros países do mundo, durante uma semana, e isso vai tocar-nos profundamente”.

O Bispo Auxiliar de Lisboa confessou ainda a esperança do Papa Francisco em que a JMJ Lisboa 2023 “possa ser, também, decisivo, daquilo que é o pensamento e a vida da juventude hoje”, esta que é uma juventude que “viveu problemas económicos, problemas pandémicos, em que os sonhos se diluíram e em que a capacidade de sonhar não tem sido muito fácil”. Portanto, o Santo Padre espera que este encontro simbolize “um antes e um depois”.

Após uma receção inicial, onde foi descerrada uma placa evocativa deste momento, o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa rezou o Ângelus com os voluntários e membros do COL e visitou todas as salas de trabalho das diferentes áreas.

O espaço onde se encontra a sede do COL da JMJ Lisboa 2023, que servia antes de apoio aos militares, é hoje o local onde acontece “a logística para o encontro da Paz, da fraternidade e da juventude do mundo inteiro”, referiu D. Américo Aguiar. “É particularmente simbólico que um edifício com vocação para a guerra agora tenha esta vocação para a paz”, realçou.

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