JMJ Lisboa 2023 |
Símbolos da JMJ chegaram à Diocese Lamego
Cruz e Ícone mariano provocam “movimentação fora do normal”
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A freguesia de Fontelo, em Armamar, foi o ponto de encontro para o início da peregrinação dos símbolos da JMJ na Diocese de Lamego. Para o coordenador do COD de Lamego, padre Luís Rafael, a passagem da Cruz da JMJ e do Ícone de Nossa Senhora ‘Salus Populi Romani’ está a provocar, nesta diocese, “uma movimentação fora do normal”. “Em iniciativas semelhantes, sentimos sempre muita dificuldade em colocar a Igreja a mexer e a sociedade a mexer com as coisas da Igreja e estamos seriamente surpreendidos com aquilo que está a ser, agora, esta mobilização”, refere.

 

Segundo este responsável, até ao final do mês de julho, esta iniciativa coloca “dois grandes desafios”. O primeiro é a peregrinação durar “24 horas por dia”, ou seja, os jovens estão a “assumir o dia e a noite” para diversas iniciativas. “Isso é um grande objetivo nosso, que surgiu da auscultação dos COPs”, frisa. O outro desafio é o de “ir ao encontro dos jovens, onde eles estão”, sabendo que, atualmente, “as escolas estão fechadas” e “as catequeses paradas”. “Por isso, vamos ao encontro dos jovens nas praias fluviais, nos parques ribeirinhos ou nas piscinas municipais, por exemplo”, revela o jovem sacerdote, assegurando que esta mobilização, gerada em torno da JMJ Lisboa 2023, faz com que a Pastoral Juvenil na Diocese de Lamego esteja a regressar aos números de participação de há sete ou oito anos atrás. “Vemos que a JMJ está, agora, a fazer ressurgir esse dinamismo”, garante.

 

O sábado, 2 de julho, dia da receção oficial dos símbolos da JMJ, que contou com a presença do presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, D. Américo Aguiar, foi também a data para a Diocese de Lamego celebrar o Dia da Família Diocesana e a Jornada Diocesana da Juventude, com mais de mil pessoas presentes. Nesse momento, o Bispo de Lamego, D. António Couto, deu conta da “vitalidade juvenil intensa” existente na diocese e alertou para o facto de este ser um mês que não se pode “desperdiçar”. A presença dos símbolos da JMJ deve motivar para ir ao encontro “não apenas dos jovens, mas de todas as paróquias, todas as pessoas da diocese”, para que “sintam bem o momento que estão a viver”. “Tenho a certeza de que, quando chegar o dia 31 de julho, teremos subido um pouco a nossa forma de viver”, indicou.

 

A jovem Inês Gonçalves, do COD de Lamego, lembra o trabalho de preparação desta peregrinação que serviu para o COD “estar mais em contacto com as paróquias” e organizar “a melhor forma de se viver tudo isto, que é tão intenso”. “E está a ser”, garante. Agora, com a peregrinação iniciada, Inês refere que “a missão é agilizar, com toda a equipa, a melhor forma de levar os símbolos às paróquias e ajudar no que for preciso”.

Para esta responsável juvenil, de 27 anos, durante os primeiros dias da presença dos símbolos da JMJ na Diocese de Lamego tem sido “muito comovente” ver a “reação das pessoas”. “Ainda ontem à noite, estive numa vigília e foi impossível não sair de lá comovida”, acrescenta. Inês sublinha ainda o forte envolvimento dos jovens e refere que, apesar de estes serem momentos “intensos e cansativos”, são “uma graça tão grande que parece não importar o cansaço”.

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