JMJ Lisboa 2023 |
Símbolos da JMJ chegaram à Diocese de Angra
Símbolos são “momento favorável” para a juventude açoriana
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As ilhas do arquipélago dos Açores começaram a receber a peregrinação dos símbolos da JMJ, com muito “entusiasmo”, num gesto de “comunhão de Igreja em Portugal” e “a nível mundial”. Assim o classifica o coordenador do COD de Angra, padre Norberto Brum, que se mostra muito satisfeito com este acontecimento, iniciado no dia 26 de maio. Para este responsável, a peregrinação é importante para esta “diocese periférica, no meio do Atlântico”, que, muitas vezes, “não tem as mesmas oportunidades que têm as outras dioceses do continente”, os mesmos “dinamismos”, atendendo às suas “especificidades enquanto ilhas”. É, por isso, “uma alegria os jovens de todas as ilhas sentirem-se igualados, com as mesmas oportunidades e com as mesmas dinâmicas, os mesmos esforços – claro que, cada um, à sua medida”, afirma o padre Norberto.

 

O “plano ambicioso” para fazer chegar os símbolos às nove ilhas do arquipélago obrigaram a um planeamento logístico muito cuidadoso, embora a organização já estivesse a contar que “acontecessem contratempos” causados pela meteorologia, conta Carolina Chálim Rebelo, do COD de Angra. Logo no dia 30 de maio, a intempérie que se abateu sob as ilhas do grupo ocidental fez com que não fosse possível descolagens e aterragens. “O programa teve que ser alterado, mas vai ser possível ajustá-lo, mesmo ficando somente cerca de uma hora na Ilha do Corvo, a ilha mais pequena do arquipélago. Graças a um esforço conjunto e graças à Força Aérea, vamos conseguir”, assegura esta jovem, de 30 anos.

Segundo Carolina Chálim Rebelo, “os jovens açorianos têm estado muito entusiasmados com a vinda dos símbolos” e a expectativa “é muito grande”. Por exemplo, “na Ilha de São Miguel, onde ainda faltam 15 dias para a chegada dos símbolos, já se começa a preparar o coro para a Missa e a sentir uma elevada expectativa”. “Também na Ilha do Faial, já se vêm partilhas de fotografias do espaço para a Vigília, que vai acontecer com uma iluminação dedicada à JMJ. Está tudo a ser feito de propósito para que os símbolos sejam bem recebidos e seja um evento memorável”, deseja Carolina.

 

O coordenador do Comité Organizador Diocesano de Angra considera que, mais importante do que a quantidade de pessoas, “é a oportunidade que todos os jovens têm de vivenciar este momento tão importante, tão dinâmico”, que é a visita destes dois símbolos. “Queremos que seja um momento de entusiasmo, um momento de renovação, de aprofundamento da nossa identidade, mas sobretudo um momento de graça, de bênção, que seja um momento favorável à nossa juventude”, refere o padre Norberto Brum.

 

A peregrinação dos símbolos vai continuar pelas ilhas dos Açores até ao dia 29 de junho e estão previstas várias iniciativas, como a visita a escolas, a instituições de crianças e a instituições de acolhimento de jovens e crianças, mas também ao seminário, a comunidades religiosas, a casas de saúde e a lares de idosos.

 

CAIXA

Acompanhe aqui a peregrinação dos símbolos da JMJ nos Açores: https://bit.ly/CODAngra-JMJ2023

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